Corredor Musical
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
obs.: o show será dia 12 de Novembro no Circo Voador
domingo, 26 de setembro de 2010
A reunião histórica de quatro gigantes.
Em 1976, se juntaram para comemorar os 10 anos de carreira solo dos seus componentes, que pretendiam além de realizar shows, gravar um disco ao vivo e registrar tudo em um documentário.
É quase desnecessário dizer que é um disco brilhante e histórico. Vale a pena colocar a lista de músicas para se ter uma ideia. Beijos e Abraços.
01 - Os Mais Doces Bárbaros (Caetano Veloso)
02 - Fé Cega Faca Amolada (Milton Nascimento / Ronaldo Bastos)
03 - Atiraste Uma Pedra (Herivelto Martins / David Nasser)
04 - Pássaro Proibido (Caetano Veloso / Maria Bethânia)
05 - Chuckberry Fields Forever (Gilberto Gil)
06 - Genesis (Caetano Veloso)
07 - Tarasca Guidon (Waly Salomão)
08 - Eu e Ela Estávamos Ali Encostados na Parede (Gilberto Gil)
09 - Esotérico (Gilberto Gil)
10 - Eu Te Amo (Caetano Veloso)
11 - O Seu Amor (Gilberto Gil)
12 - Quando (Gal Costa / Caetano Veloso / Gilberto Gil)
13 - Pé Quente Cabeça Fria (Gilberto Gil)
14 - Peixe (Caetano Veloso)
15 - Um Índio (Caetano Veloso)
16 - São João Xangô Menino (Gilberto Gil / Caetano Veloso)
17 - Nós Por Exemplo (Gilberto Gil)
18 - Os Mais Doces Bárbaros (Caetano Veloso)
domingo, 19 de setembro de 2010
Filha de Serge Gainsbourg e Jane Birkin. Foi isso que me fez baixar os dois últimos cds da atriz e cantora Charlotte Gainsbourg. Não vou negar que esperava mais dela que, como cantora, não desafina, mas não é espetacular. Ela mantém os vocais numa região segura, num tom introspectivo, intimista."(...) o que torna IRM especial são os arranjos criados por Beck, distantes tanto do convencional quanto do experimentalismo explícito. Nas primeiras audições dá para perceber que existe ali algo de diferente e original, mas é difícil explicar o que é. Pois o segredo de IRM está nos detalhes: na utilização de instrumentos não muito comuns, como marimba e órgão, na sonoridade extraída de um violão desafinado, nos poucos e certeiros efeitos sonoros empregados, nos coros de vozes um tanto etéreos, e nos belos arranjos de cordas (desde Sea Change, de 2000, Beck não utilizava tanto esse recurso). Um exemplo de como pequenos elementos fazem toda a diferença está em "Vanities". Repare que a música começa com um instrumento (harpa? violão?) fazendo arpejos. Em seguida, outro instrumento entra fazendo arpejos em notas e ritmos diferentes, criando uma suave confusão sonora."
Clique aqui para ler resenha completa em rraurl.com
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domingo, 12 de setembro de 2010
A capa já denuncia que se trata de algo que merece atenção.
The xx é uma banda inglesa, que lançou seu primeiro disco no ano passado, e parece que ainda vai trazer muitas boas novas.
Músicas extremamentes simples e coesas, arranjos bem marcados, algo que lembra vagamente radiohead, só que um pouco menos experientes e agressivos. O clipe aí em baixo vai dar uma ideia do que eu estou falando.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010
É com muito prazer que trago um disco de pessoas queridas que, em meio ao pouco inspirador cenário musical do rock brasileiro, prometem fazer jus à tradicional inteligência musical de nossa terra.
Ganeshas soa para mim como uma mistura orgânica de rock, folk e música brasileira. Composições marcantes, arranjos muito bem trabalhados e executados, música que respira e que tem vida.
Eu destacaria do disco "A Máquina", "Fazendo Cena", "Mi Menor" e "Debaixo dos Panos", que nem eram minhas favoritas ao vivo, mas cresceram muito no estúdio e ficaram demais no disco.
domingo, 22 de agosto de 2010
Roberta Sá & Trio Madeira Brasil – Quando O Canto É Reza
Canções de Roque Ferreira lançadas na voz de Roberta Sá com o Trio Madeira nas cordas. Não dá pra ficar ruim. A cantora evoluiu muito na minha humilde opinião, e esse progresso ficou bem claro nesse CD. Os meninos do Trio Madeira dispensam comentários. Deu samba.
sábado, 26 de junho de 2010

Post especial comemorando o novo design.
O texto a seguir, eu publiquei no blog lixeira dourada, onde sou colaborador, vale a pena conferir também.
O som e a palavra de Edward Sharp
A primeira impressão é a que fica. E quase sempre está certa. Para quem viu a curiosa figura de Edward Sharpe e pensou que ele poderia ser algum tipo de messias enviado à terra para salvar a humanidade não está tão enganado.

Alex Ebert, líder de uma banda de rock dançante moderninha, estava mal. Havia terminado com a namorada, saído de casa e entrado em uma clínica de reabilitação. Foi quando começou a desenvolver a figura de Edward Sharpe, um messias extraterrestre que viria salvar nossa raça medíocre, mas que acabaria se distraindo com os encantos das mulheres do lado de cá. Edward de fato encontrou a figura de Jade Castrinos – essa um pouco mais real, até onde minhas informações chegaram – com quem formou um grupo de mais dez músicos hippies californianos para rodar o país em um ônibus escolar branco.
Pois é. As informações vêm de lugares distantes, alguns pontos em comum, outros nebulosos, e fica difícil saber o que é verdade. Mas não importam os fatos, sim as versões. Aliás, a música deles é extremamente nesse clima de descompromisso com tudo e com todos.
Edward Sharpe and the Magnetic Zeros parece ser uma unanimidade em provocar um sentimento de euforia. Fica aqui o teste para os leitores, desafio-os a ouvir a banda e não entrar no clima. Para quem tem uma tendência hippie velada, então, o efeito pode ser ainda mais forte.
As músicas são expressivas, sinceras, simples e fundamentalmente boas; Arranjos extremamente interessantes desenvolvidos por uma variedade de músicos e instrumentos que sempre dão mistura boa. Trompete, piano, percussão, violão, baixo, pandeiro, acordeom e provavelmente um monte de coisas que está além da nossa limitada imaginação humana.
Ebert disse que antes se sentia completamente preso e infeliz, refém de uma grande gravadora por anos, e que agora estava completamente livre, fazendo o que realmente gosta. Não tenho dúvidas. Talvez devêssemos criar mais Edward Sharpes e sair pelo mundo excursionando em um ônibus escolar, salvando a humanidade, ou nos perdendo no caminho quando encontrássemos alguém que valesse a pena. Por que não?



